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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Dia de herói, elogios, autógrafos, fotos... só dá Romarinho no Timão


O time de operários do Corinthians ganhou uma estrela em potencial. Romarinho, autor do gol salvador no empate por 1 a 1 contra o Boca Juniors, na Bombonera, na primeira partida da decisão da Taça Libertadores, viveu uma quinta-feira de astro ainda na Argentina. Como esperado, o garoto de 21 anos foi o jogador mais assediado durante o dia e no voo que trouxe a delegação de volta a São Paulo.
A busca por uma recordação do herói da partida que deixou o Timão a uma vitória do inédito título começou ainda no hotel em que o grupo ficou concentrado, no centro de Buenos Aires. Corintianos que permaneceram na cidade foram até o local para celebrar o triunfo e encontrar o novo xodó.
No aeroporto, mais fotos e autógrafos com os alvinegros que também embarcavam. Assim que os atletas desceram do ônibus, um grupo foi até o encontro do atacante e o abraçou para festejar mais um pouco. Tímido, ele mostrou que ainda está se adaptando com a vida de famoso.


– Eu não esperava por todo esse carinho, não! – disse Romarinho, sendo puxado por seguranças do clube.
O assédio continuou já perto do embarque. Enquanto os jogadores mais experientes foram às compras no free shop, o atacante apenas passeou em meio aos produtos eletrônicos e logo parou com outro grupo de jogadores que aguardava a liberação da entrada do avião. Por ordem da diretoria, ele não concedeu entrevistas.
O esperado sossego dentro da aeronave não aconteceu. Membros da tripulação e outros passageiros saíram à caça dele para mais fotografias. Com os companheiros por perto, ele não escapou das brincadeiras.
Quando o avião partiu, os corintianos aproveitaram para relaxar. O elenco e quase toda a diretoria viajaram na classe econômica, a menos confortável. Mesmo assim, todos dormiram. Nos momentos acordados, o técnico Tite e, claro, Romarinho voltaram a ser requisitados para as recordações.
– É, Romarinho! Vai aprendendo a lidar com essa vida de estrela! – brincou o meia Alex.
A tendência, porém, é que o estrelato diminua um pouco nos próximos dias. O jogador não está autorizado a falar com a imprensa fora do CT Joaquim Grava, incluindo a participação em programas de televisão. A direção teme que possa haver um deslumbramento por parte dele, o que poderia fazê-lo perder o foco no momento de adaptação a um grande clube.
O Corinthians volta a treinar nesta sexta-feira à tarde, no CT Joaquim Grava. Com o adiamento da partida contra o Botafogo para o dia 11 de julho, o Timão volta se preparar para a segunda final diante do Boca, na próxima quarta-feira, às 21h50m, no Pacaembu. Jorge Henrique, com uma lesão na coxa direita, pode desfalcar a equipe. Liedson e Romarinho são as principais opções para a vaga. E a estrela do garoto pode brilhar novamente.

Futebol 2.0, Romarinho se infiltra na defesa do Boca e faz o gol do Timão


Em oito toques o Corinthians calou a Bombonera. Numa jogada que começou com o desarme de Paulinho sobre o craque Riquelme, o volante do Timão tocou cinco vezes na bola e a passou para Emerson, que, após dois outros toques, deixou Romarinho na cara do gol. E o atacante de 21 anos, em sua primeira jogada na história da Libertadores da América, mostrou frieza ao esperar o goleiro Orión cair e chutar por cima dele, aos 40 minutos do segundo tempo.
O GLOBOESPORTE.COM detalha para você essa jogada que pode ser histórica para o Timão. Com o empate na Bombonera, o Corinthians precisa de uma vitória simples no jogo da volta, quarta-feira, no Pacaembu, para conquistar o inédito título da Libertadores.
Romarinho entrou na partida aos 38 minutos do segundo tempo, no lugar de Danilo. Na sexta-feira passada, antevéspera do clássico contra o Palmeiras, o atacante deu entrevistas dizendo que se brilhasse contra o rival paulista, poderia vir a sonhar com uma vaga no banco de reservas. Foi o que aconteceu. Em sua estreia como titular, Romarinho fez os dois gols da vitória por 2 a 1 sobre o Palmeiras. Assim, acabou desbancando Willian, com um lugar no banco na partida contra o Boca. Parecia já a realização de um sonho, mas o jovem atacante ainda teria mais: não só entrou em campo como fez o gol do empate do Timão.
– Graças a Deus brilhou a minha estrela e eu consegui fazer o gol – comemorou Romarinho.
– Foi meu primeiro toque e consegui finalizar. Vi que o goleiro estava caindo e consegui dar o toque por cima – emendou o atacante.

A pedido da Infraero e da polícia, Timão evita multidão em Cumbica

O empate em 1 a 1 com o Boca Juniors na Bombonera, conquistado com um gol de Romarinho aos 40 minutos do segundo tempo, fez aumentar a confiança do torcedor corintiano na conquista do inédito título da Taça Libertadores da América. Na tarde desta quinta-feira, mais de 200 "fiéis" foram ao Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, recepcionar a delegação, na volta de Buenos Aires. Mas a multidão só pôde ver o atacante Emerson, e rápido.
A pedido da Infraero e da polícia militar, um esquema de segurança especial foi montado para evitar que os jogadores passassem pelo saguão. Eles desceram do avião e entraram diretamente num ônibus do clube. Muitos torcedores se dirigiram até a grade que cerca a pista e, de lá, acenaram para os atletas, que responderam ao carinho também com acenos.
Ao contrário dos outros jogadores, porém, o Sheik não embarcou no ônibus do Timão. Um carro o esperava. Por isso, o jogador seria o único a passar pelo saguão. Ele até apareceu na saída do desembarque, só que uma ameaça de invasão de torcedores e jornalistas fez o atacante voltar e procurar uma porta alternativa.

Na Bombonera, Kia torce pelo Timão e acha difícil a volta de Tevez

O empresário iraniano Kia Joorabchian, que liderou a polêmica parceria entre Corinthians e MSI, entre o fim de 2004 e 2006, foi mais um no bando de loucos que viram o Timão empatar com o Boca Juniors, por 1 a 1, em Buenos Aires, na última quarta-feira, e dar um passo importante rumo ao tão sonhado título da Taça Libertadores. Em um camarote no estádio La Bombonera, Kia preferiu discrição para poder acompanhar o Timão em campo.
No intervalo da partida, enquanto tomava um copo de refrigerante, o iraniano aceitou conversar com o GLOBOESPORTE.COM (assista ao vídeo acima) e mostrou confiança na conquista do inédito título sul-americano. Claro, sem deixar de falar de outro estrangeiro que cativou os alvinegros: Carlitos Tevez, a quem ajudou a trazer para o Timão em 2005.
- Finalmente o Corinthians chegou à final esse ano e vai ganhar (a Libertadores). Tem um time muito unido e está jogando muito bem - afirmou.
Em maio, Kia deixou a torcida do Timão ansiosa. Antes do amistoso da Seleção Brasileira contra a Dinamarca, em Hamburgo, na Alemanha, o iraniano disse que o clube poderia ganhar uma surpresa após a Libertadores. Questionado agora se seria o retorno de Tevez para o Mundial de Clubes, ele revelou que a chance é remota.


- Acho que é difícil para o Mundial, mas vamos ver. Vamos ganhar a Libertadores primeiro (risos) – disse.
Kia, porém, reconhece que a tendência é que Carlitos siga no Manchester City. Depois de um longo período de crise com o técnico Roberto Mancini, o atacante voltou a ser aproveitado nas últimas partidas e terminou a temporada com o título do Campeonato Inglês. No ano passado, o Timão chegou a fazer uma proposta pelos diretos, mas o clube europeu não aceitou.
- Acredito que ele vá continuar. Ele conquistou esse título agora e ainda tem mais dois anos de contrato.
Tevez, aliás, não acompanhou no estádio a primeira partida da decisão da Libertadores entre seus ex-clubes. O atacante passa férias com a família em Miami, Estados Unidos.
- Eu não falei com ele. Só mostrei a foto do meu filho beijando a camisa do Corinthians. Ele riu e falou que o melhor lugar para ele estar hoje é Miami (risos) – contou o iraniano.
Kia garante que mantém contato com os dirigentes do Corinthians, algo que já foi negado pelo ex-presidente Andrés Sanches. O atual chefe de Seleções da CBF chegou a ser diretor de futebol do Timão durante a gestão da MSI, mas, desde que chegou ao poder no clube, jurava que não era mais próximo do agente.
- Sempre tive um bom relacionamento com todo mundo no Brasil. Estou feliz pelo time que torço chegar à final. Então, vamos esperar ganhar.
CADA UM PRA UM LADO
O técnico Tite mostrou cara de poucos amigos quando foi questionado sobre o que conversaria com Kia Joorabchian, caso o encontrasse no Pacaembu na próxima quarta-feira, na decisão da Libertadores. O iraniano foi o responsável pela demissão do comandante em sua primeira passagem pelo Alvinegro, entre 2004 e 2005.
- Não falaria nada com ele - resumiu Tite, de maneira seca, na última pergunta da sua coletiva de imprensa, concedida no hotel que o Corinthians ficou hospedado em Buenos Aires.



Kleber se vê melhor a cada jogo, mas ainda quer gol por mais confiança


Consciência e satisfação resumem a avaliação de Kleber sobre o seu retorno aos gramados após mais de 70 dias afastado por cirurgia na fíbula da perna direita. O Gladiador já atuou em seis jogos, entre Copa do Brasil e Brasileirão, e se diz melhor a cada partida que passa. Falta, no entanto, o gol - já marcou nove na temporada, mas nenhum desde a sua volta. Bola na rede, nas palavras do atacante, é sinônimo de "confiança".
- Tenho melhorado a cada jogo. Fiquei feliz no último jogo (vitória sobre o Flamengo) por movimentação e participação. Nem esperava evoluir tanto de um jogo para outro. Falta o gol. Tive uma chance, mas perdi. O que mais vale é a minha volta. Espero que seja igual. Se o gol sair será maravilhoso. Ganho confiança - projeta.
As estatísticas respaldam o Gladiador. Um levantamento do GLOBOESPORTE.COM (veja mais abaixo) que considera as partidas do Brasileirão, diante de Atlético-GO (28 minutos), Corinthians (45), Náutico (90) e Flamengo (90), atesta a evolução do camisa 30 em campo. São nove conclusões a gol, uma assistência e 15 faltas sofridas, entre outros.
- Os números mostraram. Não perdi tantas bolas. Fiz mais jogadas buscando o gol, mas finalizações e passes. Isso já mostra a evolução - confirma Kleber, mostrando estar atento ao scout das partidas.
Essa foi a parte da satisfação. A consciência surge quando Kleber fala das dificuldades em campo. O atacante admite algumas dificuldades ainda, como proteger a bola com o corpo e, sobretudo, as partidas em campo mais pesado.
- Na hora de proteger. Achar que o cara está atrás pra usar o corpo do jogador. Não sente, perde a passada e a bola. Na hora de prender, falta a perna de dar um tapa mais longo. Tudo isso sente quando está fora. Chuva com Palmeiras senti - explica.
A próxima chance para Kleber tentar marcar seu gol e seguir a evolução é no domingo, contra o Atlético-MG, a partir das 18h30m, no Olímpico. A partida vale pela sétima rodada do Brasileirão.

Kleber x 4, Grêmio espera R$ 20 mi por ano com camarotes da Arena

O Grêmio tem mais um "bom jogador" em mãos. Ao contrário dos demais, ele não entra em campo, mas foi assim definido pelo presidente da Grêmio Empreendimentos, Eduardo Antonini, por sua capacidade de gerar renda. O craque aqui são os camarotes da Arena. O clube pretende arrecadar de R$ 15 a R$ 20 milhões por ano com o setor mais luxuoso do futuro estádio. Em termos de comparação, equivaleria a quatro vezes o valor desembolsado pela direção para contratar o seu principal reforço para 2012, Kleber Gladiador.
O Grêmio, junto com a empresa parceira OAS Arenas, apresentou à imprensa na tarde desta quinta-feira o projeto dos camarotes. Do valor total arrecadado, 65% entrará diretamente para os cofres do clube gaúcho. Os demais 35% serão destinados a construtora. A construção dos espaços já está em andamento, inclusive sendo possível ter a ideia da visão que o torcedor terá nas partidas, quando se sentar nas confortáveis cadeiras azuis.
A intenção do clube e da OAS é de ir além dos jogos e fazer dos camarotes um espaço multiuso, assim como todo o estádio. Há três tipos de camarotes: sport, lounge e office, este último com a proposta de fazer do local uma verdadeira sala de reuniões para o locatário.


A comercialização dos camarotes começa na noite desta quinta, em evento fechado na Arena, com a presença de proprietários de espaços no Olímpico e empresas interessadas no leilão. A cota inicial é de 119 unidades. O Grêmio projeta que 50 delas sejam negociados. Jogadores devem comparecer. Kleber inclusive já reservou dois camarotes, e Victor e Gilberto Silva também se interessaram em adquirir.


São ao todo 135 camarotes, com capacidade total para 2.728 pessoas. Para se ter uma ideia do crescimento do setor, no Olímpico existem atualmente 45 camarotes e público máximo de 500 pessoas. O mais barato da Arena custará R$ 134 mil por ano, enquanto o mais caro exigirá R$ 373 mil ao torcedor interessado. A capacidade de cada camarote varia de 16 a 40 pessoas sentadas e áreas de 13,10m² a 56,43m².
As obras da Arena do Grêmio já passaram de 80% de conclusão. A previsão de encerramento dos trabalhos é para novembro deste ano. Em um mês, toda a parte de concreto deve ser finalizada. A cobertura já está em sua segunda etapa de instalação.

Grêmio prevê duelo das faltas com Galo e reforça treino de bola parada

Prevendo uma espécie de duelos das faltas com o Atlético-MG, o Grêmio reforçou o treinamento de bola parada na tarde desta quinta-feira. Faltas laterais, frontais e escanteios defensivos ou ofensivos pautaram a sessão de trabalho. A preocupação de Vanderlei Luxemburgo se explica nas estatísticas do Brasileirão: as equipes que se enfrentam no domingo estão entre as cinco que mais cometem infrações na Série A.

O Galo é o quarto mais faltoso da competição com 130 infrações - uma a mais do que o time gaúcho, o quinto. E como Luxa não cansa de repetir que a bola parada decide jogo, o comandante exigiu atenção. Orientou o posicionamento. Cobrou erros. E elogiou acerto.

A atenção a este fundamento é tanta que o comandante fez questão de relembrar uma prática do clube nestes casos: o pedido para cinegrafistas e fotógrafos não façam imagens do posicionamento dos jogadores. Até porque há a presença de três figuras novas: Vilson, Fábio Aurélio e Zé Roberto.

- Camarada, por favor, não filma nada! – solicitou Luxa com educação a um cinegrafista.

Em seis jogos, o Grêmio marcou dois gols de bola parada: Werley contra o Flamengo e André Lima diante do Palmeiras ambos de cabeça. A defesa só vazou, neste quesito, diante do Vasco em chute direto de Felipe Bastos. Neste caso, não houve cruzamento para a área.

O Grêmio treina ainda na tarde de sexta-feira e na manhã de sábado.

Dia de fã, atletas do Grêmio mostram envolvimento em visita à Arena

Zé Roberto nem estreou no Olímpico, deve fazê-lo no domingo, e já conhece a futura casa do Grêmio. De muletas, o preparador físico Antonio Mello encarou com bom humor a caminhada entre degraus, terra e poeira. O mesmo vale para Saimon, com uma bota protetora no pé esquerdo, que não hesitou em espichar a caminhada até o espaço destinado à Geral. Até Bertoglio, com contrato por encerrar no sábado, fez questão de comparecer. Assim, com disposição de sobra, os jogadores do Grêmio visitaram as obras da Arena, no bairro Humaitá, em Porto Alegre, no início da tarde desta quinta-feira. Dia para ídolo virar fã.


O tour durou cerca de 40 minutos e ocorreu após o treinamento da manhã do Olímpico. Dos 33 atletas do grupo, apenas dois não compareceram - Pará, que recém passou por cirurgia, e o goleiro reserva Matheus.
- Leva e guarda para darmos de presente a eles - recomendou o diretor executivo de futebol Paulo Pelaipe a um dos funcionários, sobre os capacetes personalizados.
- Isso não cabe na minha mente - brincou André Lima, antes de vestir o aparato.
A visita começou com uma longa explicação do presidente Paulo Odone dentro do espaço em que será o gramado - a implantação da grama deve começar em agosto. O mandatário tricolor explicou a disposição do estádio em quatro anéis e reafirmou a sua esperança em transformar a Arena em uma La Bombonera gaudéria.
Um dos mais impressionados e interessados com o andamento das obras era o goleiro Victor. Uma das lideranças do grupo e com contrato até 2015, ele será o goleiro da Arena. Inundou Odone e o presidente da Grêmio Empreendimentos, Eduardo Antonini, com questionamentos. Depois, foi apresentado ao local em que serão colocadas as traves, seu habitat natural.
- Vai ser bafo na nuca - brincou Odone, em alusão ao curto espaço do campo para as arquibancadas, cerca de dez metros.


Mais tímidos, os novatos Fábio Aurélio e Zé Roberto ficaram mais afastados do pelotão de frente da trupe de jogadores. Ainda em ambientação ao clube, procuraram mais observar do que constatar. O capitão Gilberto Silva resolveu descontrair:
- Quem não quiser guardar o capacete de lembrança, me passa, estou recolhendo para mim - anunciou, aos risos.


Kleber parecia um anfitrião, dono do terreno, engenheiro das obras. Com dois camarotes já reservados antes mesmo de ser aberta a compra para o público, o Gladiador foi constantemente alvo de perguntas de seus companheiros sobre a sua aquisição. O camisa 30 apontava aos colegas onde devem ser acomodados os camarotes. Depois da visita, os jogadores almoçaram ao lado do Espaço do Torcedor e rumaram ao Olímpico, para o treino da tarde.
As obras da Arena do Grêmio já passaram de 80% de conclusão. A previsão de encerramento dos trabalhos é para novembro deste ano. Em um mês, toda a parte de concreto deve ser finalizada. A cobertura já está em sua segunda etapa de instalação.
Essa foi a segunda visita do grupo de jogadores à Arena. Em 2 de novembro de 2011, ainda sob o comando de Celso Roth, os jogadores haviam conhecido o futuro estádio pela primeira vez. Dias depois da vitória com cara de acerto de contas sobre o Flamengo de Ronaldinho, no Olímpico. Agora, a situação se inverte. O tour ocorre antes de novo duelo com o desafeto azul. A expectativa da torcida é de que, no domingo, às 18h30m, o resultado seja o mesmo.

Victor revela o segredo da melhor defesa. União na marcação

A análise do feito reflete a maneira que ele foi atingido. É dividindo os méritos com todo o time que Victor avalia o bom momento pessoal e da defesa do Grêmio. Com apenas três gols sofridos em seis jogos, o goleiro comanda a zaga menos vazada do Brasileirão – ao lado de Cruzeiro e Atlético-MG. É a ‘união na marcação’.
- Nem acho que esteja trabalhando tanto. O sistema defensivo está sólido. Todos ajudam, há união na marcação. Cada um tem o seu papel. Então, quando a bola chega, fica mais fácil. O jogador está desequilibrado ou sem as melhores condições para concluir. Isso tudo reflete a defesa menos vazada – explicou o camisa 1, que fez ótima defesa em chute de Hernane na vitória por 2 a 0 sobre o Flamengo, o último jogo em que a equipe não vazou.
O rendimento passou a melhorar com a chegada de Vanderlei Luxemburgo – mesmo com as eliminações no Gauchão e na Copa do Brasil. No Brasileirão, o Grêmio é o quarto colocado. Enfrenta o Atlético-MG, domingo, no Olímpico, e, em caso de vitória combinada com no máximo empates de Cruzeiro e Vasco, assumirá a liderança.
- Estamos tendo uma evolução interessante. Isso reflete nos resultados e na campanha. Agora, não se pode achar que está tudo certo. Temos de buscar o melhor para não haver acomodação – completou o arqueiro.
O Grêmio volta a treinar na tarde desta quinta-feira. Há trabalho agendado ainda para sexta e sábado.

TOP 5, Ronaldo escolhe os gols mais importantes da Copa de 2002

Ronaldo chegou à Copa do Mundo de 2002, disputada no Japão e na Coreia do Sul, desacreditado. Pouco tinha jogado pelo Inter de Milão. Mas foi na competição que o Fenômeno marcou os gols mais importantes de sua carreira. E, na comemoração pelos 10 anos do pentacampeonato, o ex-jogador enumerou para o GLOBOESPORTE.COM os cinco tentos preferidos dos oito que fez na campanha que levou a Seleção à conquista.
Segundo o Fenômeno, os dois gols na final, no triunfo por 2 a 0 sobre a Alemanha, em Yokohama, não podem faltar na lista. No bate-papo, ele comentou a importância das duas bolas na rede do goleiro Oliver Kahn, eleito o melhor jogador da competição.

- Era o melhor goleiro do mundo, era seguro e ainda tinha aquela cara fechada. Depois dos gols não teve provocação, apenas o meu desabafo mesmo. Foram os gols mais importantes da minha carreira.

Além de artilheiro da Copa de 2002 (oito), o Fenômeno também foi o jogador que mais chutou a gol no torneio: 21 (Rivaldo, em segundo, tentou 12 vezes). Em 2006, o camisa 9 marcou mais três e chegou a 15 (somando ainda 1998, com quatro gols, já que em 1994 passou em branco), tornando-se o maior artilheiro da história do Mundial.

Abaixo, Ronaldo comenta os cinco gols que escolheu do penta:

30/6/2002 - Brasil 2 x 0 Alemanha: final (primeiro gol)


Ronaldo acompanhou a finalização de Rivaldo de fora da área e aproveitou a falha de Oliver Kahn, que soltou a bola em seus pés para marcar o primeiro do Brasil.

- O interessante é que o Felipão proibia que nós treinássemos rebote do goleiro. Ele tinha medo que nós pudéssemos nos machucar. Mas eu sempre estava lá, sempre treinava isso. No fim, eu fui até ele e disse: viu o que decide uma Copa do Mundo?

30/6/2002 - Brasil 2 x 0 Alemanha: final (segundo gol)


No segundo gol, Kleberson puxou contra-ataque, tocou para Rivaldo que, na entrada da área, deixou a bola para o Fenômeno.

- Gritei para o Rivaldo para ele abrir as pernas. Foi uma fração de segundos para ele pensar e tomar a decisão de nem tocar na bola.





26/6/2002 - Brasil 1 x 0 Turquia: semifinal

Cercado por quatro jogadores da Turquia, Ronaldo encontrou espaço para invadir a área pelo lado esquerdo e chutar de bico para dar a vitória ao Brasil.

- Foi à la Romário. Mas não foi apenas esse gol que eu fiz de bico. Fiz muitos gols assim na minha carreira.

17/6/2002 - Brasil 2 x 0 Bélgica: oitavas de final

Kleberson puxou contra-ataque pela direita e cruzou para área. Ronaldo escorou de primeira e a bola passou por baixo das pernas do goleiro antes de tocar a rede.

- Foi um gol importante porque a partida estava bem difícil. Os belgas estavam pressionando o tempo todo.

13/6/2002 - Brasil 5 x 2 Costa Rica – primeira fase (segundo gol)

Após escanteio da esquerda, Ronaldo domina na área, corta um defensor e chuta de perna direita para fazer o segundo do Brasil na vitória sobre a Costa Rica.

- Foi um lance difícil. Mas um gol importante.

Tite destaca frieza de Romarinho, mas sugere, Que fique pianinho


Não houve um corintiano sequer que não tenha se impressionado com a estrela de Romarinho. Inscrito na semifinal da Taça Libertadores no lugar do lesionado Edenílson, ele entrou já nos últimos instantes da primeira partida da final, contra o Boca Juniors, na última quarta-feira, e fez o gol de empate na Bombonera, que deixou o Corinthians a uma vitória do título inédito. O jogo de volta será quarta-feira que vem, no Pacaembu.
Caso Jorge Henrique não se recupere de uma lesão na coxa direita, Romarinho é um dos cotados para assumir a vaga. Tite não descarta, também não confirma. De qualquer forma, sabe que pode confiar no seu talismã. Agora, ele só se preocupa com o jogador fora das quatro linhas. Não quer ver Romarinho cercado de novos amigos ou muito paparicado pelo gol. Preocupado com a repercussão em cima do jovem, o técnico já deu a receita para que o atacante se comporte bem durante os dias até o segundo jogo.
- Tem de ficar pianinho, em casa, de perna para cima, e trabalhar. Ele tem a idade do meu filho. Quando se trata de Corinthians, tudo é mais. Quando é bom, é mais. Quando é ruim, é mais. Vamos blindá-lo um pouco. Que fique em casa, com as pessoas que o querem bem.
Para o treinador, o desempenho de Romarinho na Bombonera não se trata apenas de estrela. O técnico não se cansa de destacar a frieza do jogador. Num Corinthians de torcida quente, e marcado historicamente por times de raça, acima de tudo, um jogador “gelado” pode ter carimbado seu passaporte na galeria de ídolos.
- O Romarinho é frio, gelado, já havia se mostrado assim no jogo contra o Palmeiras. Toda a situação foi construída para ele. Ele é terminal, tem de receber a bola no último terço de campo para fazer o que sabe. O tempo de maturação é difícil determinar, a resposta do atleta dentro de campo é que vai dizer isso - afirmou.
A opção pelo jogador de apenas 21 anos no banco de reservas já foi, até certo ponto, uma surpresa, já que quem perdeu o lugar foi Willian, titular em boa parte da campanha do título brasileiro em 2011, e também na semifinal continental diante do Santos, no Pacaembu. Os golaços de Romarinho no clássico contra o Palmeiras, no último domingo, e suas boas atuações no Campeonato Brasileiro, em que Tite tem usado time reserva, justificaram a escolha.
Willian já havia ficado fora da lista de relacionados em outros jogos deste ano, durante o Paulistão. O treinador, que sempre ressalta a conversa com os atletas para explicar suas decisões, revelou que isso foi feito na palestra antes da decisão.
- Coloquei o respeito pessoal e profissional por eles. A condição técnica do momento é que determina.

Nadal se perde após interrupção e cai diante do número 100 em Wimbledon


Diante de Thomaz Bellucci, a escorregada no primeiro set não custou caro. Rafael Nadal reagiu sem sustos e despachou o brasileiro. Nesta quinta-feira, a zebra atendia pelo nome de Lukas Rosol e se engraçou de novo, mas desta vez foi além: impôs seu jogo, resistiu até o fim e circulou com autoridade na grama de Wimbledon. O tenista tcheco, que ocupa a 100ª posição do ranking, fez o jogo da vida e derrubou o espanhol em cinco sets, com parciais de 6/7(9), 6/4, 6/4, 2/6 e 6/4. Embalado após um atropelamento que igualou o placar no quarto set, o número 2 do mundo teve de amargar uma espera de meia hora para fecharem o teto da Quadra Central. Esfriou, sofreu com o saque potente do rival e, para espanto geral, despediu-se do torneio inglês na segunda rodada.
Nadal tinha sido finalista nas últimas cinco vezes em que esteve em Wimbledon: campeão em 2008 e 2010, vice em 2006, 2007 e 2011 - não jogou em 2009. A última eliminação na segunda rodada inglesa tinha sido em 2005 - um 3 a 1 para Gilles Müller, de Luxemburgo.
O tcheco de 26 anos, que já chegou a ser 65º do mundo, parecia anestesiado ao confirmar a vitória. Ajoelhou-se, acenou para a arquibancada, fez reverências à torcida e cumprimentou o rival na rede sem grande entusiasmo. Concentrado, vai enfrentar na próxima fase o alemão Philipp Kohlschreiber, que bateu o tunisiano Malek Jaziri por 3 sets a 0, com parciais de 6/1, 7/6(2) e 6/1.



Jogo de altos e baixos
A partida começou em tom de equilíbrio, com cada um dos tenistas confirmando seus dois primeiros saques. No quinto game, Nadal acelerou o ritmo, pressionou Rosol e conseguiu a quebra (3/2). O tcheco aproveitou erros seguidos do espanhol para devolver na mesma moeda e, na sequência, tomar a dianteira sacando forte: 4/3. Quando Rosol abriu 5/4, Nadal passou a reclamar muito do sol. Mesmo irritado, conseguiu salvar um set point e levou a decisão do set para o tie break (6/6). Abriu 4 a 2 no placar, mas permitiu a reação do tcheco. O equilíbrio se arrastou até o espanhol fazer 11 a 9 numa rebatida de Rosol. Em uma hora de tênis, 1 a 0.
O que parecia um bom momento do espanhol caiu por terra no início da segunda parcial. Ele perdeu o saque de zero, com direito a dupla falta. O tcheco abriu 3/1 sem sustos e viu a vantagem chegar a 5/3, colocando o rival sob pressão. O número 2 do mundo ainda confirmou o serviço e foi com tudo para empatar o jogo com a quebra. Mas não deu. Rosol fechou o set em 6/4 e igualou o placar.
O roteiro se repetiu na terceira parcial, quando o tcheco surpreendeu de novo ao conseguir uma quebra no terceiro game. Potente no saque, seguiu embalado na partida e abriu 5 /3 após erro de devolução do adversário. O curioso é que foi num saque forte de Nadal que o juiz de linha quase levou uma bolada (veja no vídeo ao lado). O espanhol confirmou e tentou colocar pressão no adversário, mas de novo falhou. Replay do set anterior, 6/4 para o número 100 do ranking.
No quarto set, Rafa defendeu bem seu saque. Não permitiu nenhuma quebra e cozinhou a disputa até o quinto game, quando abriu 3/2. No sexto, deu o primeiro golpe: quebrou para abrir 4/2. Confirmou de novo no sétimo game e não deu chance para o azar. Com mais uma quebra de serviço, fechou o set em 6/2 e embalou.
Na verdade, tentou embalar. Quando sentou para descansar, veio a notícia: com o céu escurecendo, a organização resolveu fechar o teto da Quadra Central. Nadal parecia não acreditar no que acabava de ouvir: a partida seria interrompida por meia hora, justamente em seu melhor momento. Os dois tenistas foram para os vestiários e, na volta, o tempo virou outra vez.
O embalo já não era o mesmo. Foi Rosol que aproveitou para arrancar uma quebra de saque logo no início. Com a cabeça no lugar, ele chegou a abrir 3/1, deixando o número 2 do mundo numa enrascada. Com 5/4 de vantagem, o tcheco caprichou no saque e, com direito a três incríveis aces, deu o golpe final no espanhol, que não conseguiu fazer um ponto sequer no último game. Com o set fechado em 6/4, o número 100 do mundo garantiu seu dia de glória na grama de Wimbledon.