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domingo, 9 de setembro de 2012

Gringo bom de bola! Meia Montillo é eleito o melhor estrangeiro do Brasil

Ele chegou em 2010 e não demorou muito para cair nas graças da torcida do Cruzeiro. Depois de dois anos vestindo a camisa celeste, Montillo já é ídolo e principal referência do time atualmente. Talvez por isso, o argentino tenha sido eleito, com sobras, o melhor jogador estrangeiro do futebol brasileiro, recebendo mais de 56% dos votos, na enquete realizada pelo programa "É Gol!!!".

Outro argentino ficou em segundo lugar. Apesar de o Palmeiras ser apenas o 17º colocado no Campeonato Brasileiro, Barcos (28%) vem se destacando e já marcou sete gols no Brasileirão. O atacante chegou ao Verdão nesta temporada e rapidamente caiu nas graças da torcida.

Depois da última atuação, contra o Cruzeiro, o holandês Seedorf deve ter recebido muitos votos. Ele fecha o pódio na disputa, com 8% da preferência dos internautas do programa.

Recém-chegado ao Internacional, Forlán (6%) ficou em quarto. Depois de algumas atuações abaixo do esperado, que geraram até vaias, o uruguaio desencantou contra o Flamengo, na 21ª rodada, marcando dois gols. Compatriota do atacante, Loco Abreu (1%), que pouco tem jogado pelo Figueirense, fechou a lista de concorrentes estrangeiros.

Mesmo com desfalques, Celso Roth já tem o time armado para domingo

Como vem acontecendo em praticamente todos os jogos deste Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro terá desfalques na partida contra o Sport. Borges e William Magrão estão vetados pelo departamento médico e Ceará ainda busca o melhor condicionamento físico após ficar fora das últimas três partidas, contundido.


Além dos problemas de departamento médico, o volante Leandro Guerreiro cumpre suspensão e também desfalca o time. Em compensação, Montillo está de volta, após dois jogos de ausência. O argentino treinou bem nesta sexta-feira e não sentiu dores na coxa esquerda. O técnico Celso Roth espera contar com o craque domingo.

- Borges, Ceará e William Magrão estão fora. O Wellington deve começar jogando. Montillo treinou hoje (sexta-feira), felizmente não sentiu nada, vamos esperar o treinando de sábado. Em princípio estamos com o pensamento positivo de aproveitá-lo no jogo de domingo.

Sandro Silva será o substituto de Leandro Guerreiro. O técnico explica a opção pelo ex-jogador do Internacional.

- O Sandro Silva é o jogador da função do Leandro Guerreiro. Dependendo do momento podemos aproveitar os dois, mas eles fazem a mesma função. São volantes de contenção.Com a saída do Leandro, o Sandro deve participar do jogo. Ele teve boa participação em Goiânia e também no primeiro tempo contra o Botafogo.

Sport e Cruzeiro se enfrentam às 18h30m (de Brasília), neste domingo, na Ilha do Retiro, no Recife.

Meia Montillo treina normalmente e deve enfrentar o Sport no domingo

Montillo deve reforçar o Cruzeiro na partida contra o Sport. O meia argentino participou normalmente das atividades desta sexta-feira, na Toca da Raposa II, e não sentiu dores na coxa esquerda, problema que o deixou de fora das duas últimas partidas, diante de Náutico e Botafogo. Sport e Cruzeiro se enfrentam a partir das 18h30m (de Brasília) deste domingo, na Ilha do Retiro, no Recife.









Borges, Magrão e Ceará não devem enfrentar o Sport neste domingo

Os exames de ressonância magnética feitos no volante William Magrão e no atacante Borges constataram estiramentos musculares e os dois devem desfalcar o Cruzeiro nos próximos jogos.

Borges teve estiramento grau 1 na coxa esquerda, enquanto William Magrão teve grau 2 na panturrilha esquerda. Os dois ficam fora da partida contra o Sport, domingo, às 18h30m (de Brasília), na Ilha do Retiro, no Recife. Há possibilidade da volta do atacante no jogo de quarta-feira, em Florianópolis, contra o Figueirense. A situação do volante é um pouco pior e não há previsão para seu retorno.

Já o lateral-direito Ceará, se recuperou de entorse no tornozelo direito, não tem condições físicar de atuar. Em sua vagaa, o técnico Celso Roth vinha improvisando o zagueiro Léo, que chegou a dizer, nessa quinta-feira, que não tinha preferência por um dos dois setores.

Sem Barcos, Obina brilha e mostra alívio: 'Uma hora a bola ia entrar'

O sucesso de Obina com a camisa do Palmeiras depende muito dos gols que ele marcar, e isso não vinha ocorrendo com frequência. É por isso que o gol marcado na vitória por 3 a 1 sobre o Sport, quinta-feira, no Pacaembu, foi tão comemorado pelo centroavante alviverde. Titular graças à ausência de Barcos, que integra a seleção argentina, Obina superou a desconfiança inicial e jogou bem – ganhando, inclusive, elogios do técnico Luiz Felipe Scolari.

Foi apenas a terceira vez que Obina foi titular sem Barcos. Na primeira, contra o Náutico, fez seu único gol pelo Palmeiras até o jogo desta quinta-feira. Contra o Sport ele marcou pela segunda vez, mas não sem ter um sofrimento inicial. Uma bola na trave chutada no primeiro tempo deixou o centroavante ressabiado. Sem perder a confiança, ele insistiu na segunda etapa e fez seu gol após belo passe de Tiago Real.

– Levei as mãos à cabeça no primeiro tempo, queria que aquela bola tivesse entrado. Mas quem joga ali na frente não pode nunca perder a esperança. Falei para o Valdivia que poderia continuar jogando a bola em mim, que uma hora iria entrar – afirmou Obina.



Após artroscopia, Marcos Assunção volta a correr na Academia

A torcida do Palmeiras tem motivos para comemorar o treinamento da equipe na manhã deste sábado, na Academia de Futebol. Enquanto o técnico Luiz Felipe Scolari comandou um trabalho tático e de bolas paradas, seguido do tradicional rachão em véspera de jogos, o volante Marcos Assunção retomou as atividades físicas no gramado.

Em recuperação de uma artroscopia no joelho direito, realizada no último dia 21 de agosto, o jogador correu no campo, dando sequência ao procedimento de reabilitação. Ainda assim, Assunção continua fazendo fisioterapia.

Se a previsão dada pelo próprio capitão se confirmar, ele deve voltar ao time do Palmeiras em 15 dias. Justamente em função deste problema, Assunção pediu para a diretoria do Verdão que suspendesse as conversas pela renovação do seu atual contrato, vigente até dezembro deste ano.

Enquanto o importante jogador não retorna, o Palmeiras segue tentando se afastar da zona de rebaixamento do Brasileirão. Atualmente, o time é o 17º colocado, com 20 pontos, e encara o Atlético-MG, neste domingo, às 18h30m, no Estádio Independência, pela 23ª rodada do campeonato.

Do passo atrás à elite: Tiago Real celebra sucesso em trilha planejada

Há menos de duas semanas, o meia Tiago Real tentava ajudar o Joinville a conseguir o tão sonhado acesso à Série A do Campeonato Brasileiro. O clube catarinense ainda luta, mas ele já está na elite, e com méritos. Em dez dias, ele deixou a Série B, transferiu-se para o Palmeiras, estreou às pressas e já caiu nas graças da torcida. Neste domingo, às 18h30m (horário de Brasília), contra o Atlético-MG, ele faz apenas sua terceira partida com a camisa alviverde, mas já com discurso de veterano.

Aos 23 anos, Tiago Real não sente a pressão de jogar em um clube de massa, com grande torcida. E em má fase, brigando para deixar a zona de rebaixamento do Brasileirão. Mesmo assim, fez um gol e deu uma assistência na fundamental vitória por 3 a 1 sobre o Sport.

Articulado, o meia planeja sua carreira nos mínimos detalhes. Por isso, acredita que está no patamar que imaginava para sua idade atual. As mudanças repentinas não lhe assustam.

- Para mim tudo isso é tranquilo, procuro seguir minha vida naturalmente, não sou muito de mudar. Tenho um reconhecimento um pouco maior, as pessoas ligam e parabenizam, mas para mim é tranquilo. Consegui encarar bem esse momento que o Palmeiras vive, o grupo me ajudou bastante na adaptação, diretoria e comissão técnica me receberam muito bem. Estou muito ciente da minha responsabilidade – disse Tiago.

O meia ganha notoriedade aos poucos, tanto que até o placar eletrônico do Pacaembu errou seu nome – foi chamado duas vezes de Tiago Leal. Ele diz nem ligar para isso. O importante, para Tiago, é seguir o planejamento traçado desde que saiu das categorias de base do Coritiba. Sem chances entre os profissionais do Coxa, ele optou por dar um "passo atrás" para triunfar no futuro. Deu certo.

- Passei muitas dificuldades nos tempos de Coritiba, não tive uma sequencia de jogos lá, coisa que vinha me incomodando bastante. Dei um passo atrás na carreira para dar dois à frente. Quando fui para o Joinville, o time estava na Série C, mas estruturado para subir. No primeiro ano conseguimos o título. Esse ano fazemos uma boa Série B, e isso ajudou bastante para que eu pudesse estar aqui hoje. O planejamento era esse. Agora sonho com títulos no Palmeiras – avisou o meia.

Ainda em adaptação a São Paulo, Tiago Real está morando em um hotel da zona norte de São Paulo – o mesmo em que a delegação se concentra antes dos jogos em casa. Não houve tempo hábil para ele procurar um apartamento, nem mesmo para conhecer um pouco da cidade. Quando tiver tempo, ele já tem pontos turísticos em vista, alguns até incomuns para um jogador de futebol.

- Alguns amigos falam para eu tomar cuidado com o caminho, senão rodo a cidade inteira, também tenho usado muito GPS para não abusar da sorte. Mas não sou de andar muito. Já passei férias aqui na casa de uns tios, e meus companheiros ajudaram na adaptação. Tem muito lugar que quero conhecer. Gostaria de ver as escolas de samba, os desfiles, também gosto bastante de teatro, tenho de me organizar quanto a isso. São Paulo é uma cidade muito atrativa, tem de tudo a todo momento. Vamos esperar as brechas no calendário, os momentos certos para um momento de lazer fora do futebol.

Tiago Real estudou até o último ano do ensino médio e pretende fazer faculdade, provavelmente depois que encerrar a carreira. Mas o meia ainda não quer pensar muito nisso. Antes, ainda há muitos títulos a conquistar e tabelas a fazer. O objetivo é afinar a dupla com Valdivia e ajudar o Palmeiras a vencer o Atlético neste domingo.

- Dá para jogarmos juntos, o entrosamento vamos conquistando aos poucos. Para se ter uma ideia, só fiz um treino com o Valdivia. Jogando ao lado desses caras fica bem mais fácil – elogiou Tiago.

Com Patrik e sem Maurício Ramos, Felipão relaciona 19 atletas

O técnico Luiz Felipe Scolari ganhou mais uma opção para o meio de campo contra o Atlético-MG, neste domingo, às 18h30m, no Estádio Independência, pela 23ª rodada do Brasileirão. Recuperado de lesão muscular, o meia Patrik treinou normalmente e foi relacionado pelo comandante para o duelo diante do vice-líder. No total, 19 jogadores formam a delegação do Palmeiras para o confronto.

O nome de Maurício Ramos, considerado titular absoluto e um dos mais importantes da defesa palmeirense, não apareceu na lista de relacionados, e não foi divugada qualquer explicação oficial sobre o fato. Mas o jogador ficou fora porque sentiu um incômodo na coxa direita e fará tratamento neste fim de semana.

O meia Daniel Carvalho e o zagueiro paraguaio Román também estão recuperados e participaram da atividade deste sábado, mas não viajaram com a delegação do Verdão para Minas Gerais. Já Marcos Assunção voltou a correr no gramado, seguindo sua recuperação de uma artroscopia no joelho direito.

Sem poder contar com Henrique, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, Felipão deve usar a seguinte formação contra o Galo: Bruno, Artur, Leandro Amaro, Thiago Heleno e Juninho; Márcio Araújo, João Vitor, Tiago Real e Valdivia; Luan e Obina.

Confira os 19 jogadores relacionados pelo Palmeiras para encarar o Atlético-MG:

Goleiros: Bruno e Raphael
Laterais: Artur, Juninho e Leandro
Zagueiros: Thiago Heleno, Leandro Amaro e Wellington
Volantes: Correa, João Vitor e Márcio Araújo
Meias: Valdivia, Patrik e Tiago Real
Atacantes: Obina, Luan, Mazinho, Betinho e Maikon Leite

Alecsandro leva forte pancada, mas médico o confirma. C. Alberto fora


 O treino recreativo do Vasco, na manhã deste sábado, teve ares de apreensão. Nos primeiros momentos, tudo em paz. Centenas de torcedores compareceram a São Januário e se espalharam para assistir à atividade e apoiar os jogadores. Mas, pouco antes do fim da movimentação, o atacante Alecsandro se chocou com o goleiro Alessandro e ficou caído no gramado. A pancada no joelho direito o fez sair mancando e com aplicação de gelo no local.

No entanto, o departamento médico não acredita que o camisa 9 vá ser problema para o duelo com o Bahia, neste domingo, às 18h30m, no estádio cruz-maltino. Foi mesmo só um susto.


Ele sofreu um trauma que causou dores no ligamento colateral. Está em tratamento, mas não vai ser problema - explicou o médico Albino Pinto, que esteve de plantão no clube.

O meia-atacante Carlos Alberto, por outro lado, reclamou de um fisgada na coxa direita e foi vetado imediatamente. A expectativa é a de que o camisa 10 faça um exame na segunda. Juninho e Eder Luis participaram do treino sem restrições e estão 100%. Ainda assim, o técnico Cristóvão Borges agora tem nove desfalques para a partida. Eis a lista: Auremir, Dedé, Rodolfo, Renato Silva, William Matheus, Thiago Feltri, Wendel, Carlos Alberto e Felipe.


No restante do trabalho, sob sol forte, o elenco praticou finalizações por alguns minutos e, antes das 11h, praticamente já não havia mais ninguém no campo, a não ser os jovens que não devem ser relacionados e os goleiros. A ordem é descansar para suportar a maratona de jogos.

Eufórico com a presença do zagueiro Fabrício, do volante Nilton, do meia Felipe e do atacante William Barbio no portão do fundo do gramado para dar autógrafos, o público fez fila e reteve os ídolos por mais de meia hora. O cabelo de Barbio foi o maior alvo de elogios.








Liberados, Rodolfo e Feltri agendam volta para quarta, contra o Palmeiras

Pouco a pouco, o técnico Cristóvão Borges começa a receber notícias positivas vindas do departamento médico. Se para confronto com o Bahia, neste domingo, serão nove desfalques - cinco deles por lesão -, o número deve cair na quarta-feira, em embate com o Palmeiras. Na ocasião, já estão marcados os retornos de Rodolfo e Thiago Feltri, que já vêm treinando no campo há alguns dias. O médico Albino Pinto confirmou o aval para a dupla.

- Estão adquirindo condicionamento físico apenas. Clinicamente, estão liberados.


O zagueiro passou por uma artroscopia no joelho esquerdo há dois meses, se recuperou, mas depois sentiu dores no outro joelho e teve detectada uma diferença muscular entre as pernas, o que atrasou sua volta. Já o lateral teve um estiramento na coxa e ficou dez dias inativo. Sem William Matheus e o canhoto Wendel, Feltri seria titular frente ao Tricolor Baiano, mas sua utilização foi considerada prematura e descartada pela comissão técnica do Vasco.


Cautela por Felipe

Já o caso do meia Felipe é mais delicado. Como previsto, ele vai ficar em observação durante mais alguns dias para se livrar das dores frequentes nos joelhos. Um trabalho especial de reforço no local está sendo realizado. A previsão mais otimista é a de que o Maestro possa ser escalado no dia 16, contra o Cruzeiro, fora de casa, mas ainda não há confirmação.

- É uma lesão antiga que ele tem, mas pequena (no joelho esquerdo). Volta e meia o Felipe sente este tipo de dor, é uma área traumatizada. O joelho dele tem lesão na cartilagem, é difícil controlar ou tratar - explicou doutor Albino Pinto, sobre o camisa 6, que já tem 35 anos.

Por fim, o caso de Auremir ainda não tem uma posição. O lateral sofreu um estiramento na coxa esquerda e fará exame neste sábado, provavelmente. Mas não há tanto otimismo.

- Ele até melhorou bastante, mas ainda sente dor. Não é uma lesão fácil - contou o médico.

Neste sábado, o meia Carlos Alberto se juntou aos companheiros de estaleiro após reclamar de uma fisgada na coxa direita. Ele ainda será reavaliado, mas foi vetado. Já Alecsandro até levou uma pancada no joelho direito, mas não é nada grave e ele está confirmado.

Prass prevê Bahia fechado e quer as virtudes da vitória sobre a Portuguesa

Para o goleiro Fernando Prass, o Vasco pode usar os atalhos da vitória sobre a Portuguesa, no último sábado, para superar o Bahia, neste domingo, em São Januário, também palco do jogo em questão. A situação das equipes não é muito diferente (os paulistas eram 13º, e o Tricolor é o 15º), e o esquema tático deve ser cauteloso, priorizando a marcação. Por isso, é necessário paciência.

- Dá para fazer um parâmetro, mas a Portuguesa estava numa situação melhor, vinha de vitória por 3 a 0 sobre o Palmeiras. O Bahia até está em um momento bom, deu uma respirada, mas vive outra pressão, porque tem times por perto na zona de rebaixamento. Então é complicado da mesma forma. De qualquer forma, o jogo deve mostrar características semelhantes às do contra a Portuguesa. Creio que, para eles, o empate não seria um mau resultado, porque sabem que o Vasco costuma exercer seu mando de campo. Especialmente no início eles vão querer tirar nossa tranquilidade, formando uma linha atrás e deixando a iniciativa para nós. E não podemos dar espaço nem apressar as jogadas - analisou o camisa 1.

O grande diferencial em relação ao fim de semana passado talvez seja o time desfigurado que o Vasco vai ter de utilizar. Mas, para Prass, não adianta pensar nisso, já que o Brasileirão exige adaptação de todos, e o clube não pode pensar em perder mais pontos se quiser o título.

- O ideal é ter todos os jogadores à disposição e tempo para treinar para criar uma mecânica maior de jogo. Mas não temos isso e não dá para ficar lamentando. Superamos tantas coisas e sempre aparece mais uma. É tentar acertar o time para não acontecer os erros que vinham acontecendo. Quando não se trabalha muito, é normal aparecer mais falhas.

Douglas dá receita sobre duelo com 'inimigo' Souza: 'Tem de entrar firme'

O Bahia não é exatamente um rival histórico do Vasco, mas seu principal atacante não traz muita alegria para a torcida, apesar dos sentimentos divididos. Souza estará em campo neste domingo, às 18h30m, em São Januário, e Douglas será o responsável por pará-lo. O zagueiro conhece a história do camisa 9 no Flamengo e sabe que terá um "inimigo" pela frente. Por isso, a receita já está na ponta da língua.

- É um time perigoso, o Souza é goleador, não podemos vacilar com ele. Há muita qualidade na parte ofensiva do Bahia. Um de seus pontos fortes é a jogada aérea, então tem de entrar firme, em cima, sem espaço para ele se mexer na área. Qualquer espaço, ele guarda. Não pode entrar devagar, pois se trata de um jogador forte. Esse é o caminho - ensinou o camisa 16, que, sem Dedé, segue no comando.

Em 2003, Souza marcou o gol do título carioca sobre o Fluminense, mas, daí em diante, só trouxe desgosto. Virou ídolo na Gávea, contou que já torcida pelo Rubro-Negro antes e jamais deixou as provocações de lado contra seu ex-clube e, principalmente, frente aos botafoguenses, por conta do episódio conhecido como "chororô", após a final do estadual de 2008. No clima da partida, é muito provável que ele seja hostilizado durante o tempo em que estiver em campo.

- A torcida já teve oportunidades de revê-lo e, quando esteve aqui em São Januário, pegou no pé dele mesmo. Mas não temos que nos preocupar com isso, é só uma motivação. Vamos focar no time todo do Bahia.

Mais uma vez, por conta dos desfalques no setor, Douglas será deslocado para o lado direito, já que Fabrício é canhoto. Ele, no entanto, assegura que não tem sentido nenhuma dificuldade.

- Não vejo muita diferença, às vezes tem de mudar o posicionamento mesmo. Tenho facilidade dos dois lados, não importa. Quero é estar sempre à disposição do Cristóvão e, onde ele definir, eu vou ajudar o Vasco. Pelo fato de já termos jogado juntos em alguns momentos, não vai ter problema. Fabrício é um grande zagueiro, bem técnico - avaliou Douglas.

Pai de joia santista revela sondagem do São Paulo, mas rival nega

Em meio à novela sobre o futuro do meia Paulo Henrique Ganso, envolvendo os rivais Santos e São Paulo, adversários no clássico deste domingo, às 16h, na Vila Belmiro, pelo Brasileirão, outra disputa dos dois clubes por um jogador parece surgir nos bastidores. De acordo com Valdemir Silva Almeida, pai de Gabigol, joia da base santista que acaba de completar 16 anos e negocia seu primeiro contrato profissional com o Peixe, o Tricolor sondou Wagner Ribeiro, agente do atleta.

- Houve uma sondagem da diretoria do São Paulo, que conversou com o Wagner Ribeiro, mas nem nos reunimos com eles. Vamos aguardar a posição do Santos. Teremos uma reunião na semana que vem. Se o Santos não chegar próximo ao que queremos, aí sim vamos conversar com o São Paulo - disse Valdemir Silva.

Apesar disso, a diretoria tricolor nega o contato e o interesse no jogador, por meio do vice-presidente João Paulo de Jesus Lopes.

– Não sondamos o garoto. Essa informação não procede – negou João Paulo de Jesus Lopes.

Depois do primeiro encontro entre Santos e os representantes de Gabigol, as duas partes se mostraram confiantes no acerto do contrato, que pode ter duração máxima de três anos, de acordo com as normas da Fifa.

Porém, o entrave na negociação está na divisão dos direitos econômicos. Atualmente, Gabigol tem 40% do montante e o Peixe possui os outros 60%, pelo contrato de formação. Pai e agente do atleta querem manter esta divisão, mas o Alvinegro deseja ficar com 70% dos direitos, deixando 30% para o garoto.

Considerado uma das maiores promessas do clube, Gabigol tem fama de artilheiro. Wagner Ribeiro, também agente de Neymar, do Santos, e Lucas, que ainda joga pelo São Paulo, mas está acertado com o PSG, da França, quer um plano de carreira para o atacante, e deseja vê-lo disputando a Copa São Paulo de Juniores de 2013, para, em seguida, subir ao elenco profissional.

Mesmo com a negativa do Tricolor, a possível nova disputa esquenta ainda mais os ânimos para o clássico. Curiosamente, Gabigol chegou ao Santos depois de brilhar pelo rival deste domingo.

Quem é Gabigol

Curiosamente, Gabriel já foi do São Paulo. Descoberto por Zito, ex-jogador e ídolo do Santos dos anos 50 e 60, o menino chamou a atenção em uma partida de futsal atuando pelo Tricolor contra o Peixe. Ele saiu de São Bernardo do Campo com a família e chegou a Santos com oito anos.

Apesar da idade, Gabigol já tem patrocínio da Nike e recebe salário equivalente ao de um profissional. Desde os 14 anos frequenta as seleções de base do Brasil. Goleador, também pode atuar como meia-atacante (em algumas ocasiões, pela seleção sub-15, foi convocado justamente para jogar desta maneira).

Ney Franco mantém dúvida para substituto de Maicon no clássico

O técnico Ney Franco ainda não definiu quem será o substituto de Maicon no time que enfrenta o Santos, no domingo, pelo Campeonato Brasileiro. No último treino do time antes do duelo, o treinador comandou apenas um rachão, que teve até Rogério Ceni na linha.

Para a vaga deixada pelo meia, que vai cumprir suspensão automática, o treinador são-paulino tem três candidatos. Cícero, Casemiro e, em uma opção mais ofensiva, Ademílson.

O São Paulo tem 35 pontos, e está na quinta colocação do Brasileirão, quatro pontos a menos que o Vasco, em quarto lugar.
 



Hostilidade ou paz? Ney espera ser bem recebido por Muricy na Vila

As faíscas ainda são visíveis. Os técnicos Muricy Ramalho e Ney Franco entraram em atrito há pouco mais de uma semana. O motivo? O comandante do São Paulo admitiu já ter rabiscado um esboço do Tricolor com o meia santista Paulo Henrique Ganso, que é cortejado pelo time o Morumbi. Muricy não gostou da atitude e criticou Ney Franco, que se retratou rapidamente. Neste domingo, às 16h, os dois treinadores se encontrarão pela primeira vez após o episódio para a disputa do San-São válido pela 23ª rodada do Brasileirão, na Vila Belmiro. Os dois selarão as pazes ou nascerá uma nova inimizade entre técnicos?

O clima entre os clubes já não era dos melhores desde que o São Paulo começou as investidas para contratar Ganso. Sobrou para os treinadores. Ney Franco primeiro brincou e disse que o meia santista poderia já ser escalado para o clássico contra o Corinthians, menos de uma semana depois do início das negociações pelo santista. A gota d’água para Muricy, porém, foi o esboço do são-paulino de um Tricolor com Ganso no meio-campo – Ney Franco tem o costume de desenhar a formação de seus times.

O episódio foi tratado com panos quentes tanto no Morumbi como na Vila Belmiro. Por isso, Ney Franco não espera ser recebido com pedras no domingo.

- Não vai ter clima hostil. Isso já está superado. O assunto não tem nem entrado em pauta mais. Não vai interferir no meu trabalho, nem no dos nossos atletas em campo.

Muricy Ramalho não se pronunciou sobre as desculpas. No entanto, a retratação de Ney Franco já era esperada na Vila Belmiro. Tudo indica que o entrevero terá um ponto final neste domingo.

Guiñazu fala sobre Messi e o amor aos 'carrinhos' no Patrola


Existe o cara do campo e o cara da casa. Estou escrevendo sobre jogador de futebol. É possível ser dois caras, no bom sentido. O Patrola provou. Exemplo: Guiñazu. O argentino que chegou de Assunção, Paraguai, em 2008, para treinar de agasalho de frio no calor e adotar a camisa 5 vermelha. O argentino que nada teme, que alterna moicano como os índios usavam (e não como o afrescalhado moicano de Neymar!).

O castelhano que é ídolo da torcida do Inter. O pai de dois guris. O marido que diz que quem manda em casa é a patroa. Guinazu é a dicotomia de caráter. No absoluto bom sentido. Aquele guerreiro do campo é um cara muito, mas muito gente boa fora dele. Essa matéria que você encaminha apenas clicando naquela seta para direita ao centro do retângulo foi ao ar neste sábado (8) no Patrola (veja o vídeo abaixo).

Nela, Guiñazu abre o apartamento localizado perto da Carlos Gomes e da Nilo Peçanha, em Porto Alegre. Os filhos estavam na escola. A mulher, no supermercado. Mas conhecemos a fiel escudeira Lili, uma paraguaia que a família Guiñazu transformou em integrante do núcleo. Conhecemos as entranhas da casa do volante. As histórias de Messi.

A camisa do rival escondida. E o que mais chama atenção na matéria: o bom humor em 100% do tempo que Guiñazu passou com a gente. Foi mais ou menos uma hora. E parecia que éramos amigos de churrascadas.

Esqueça os carrinhos e os 1000 gols (hehe) de Guiña só por essa matéria. Aposto: muito gremista iria querer trocar uma ideia com esse argentino boa gente ao extremo!

Jogadores da Seleção realizam treino na academia e brincam na piscina

Os jogadores da seleção brasileira passaram o sábado treinando em uma academia perto do hotel em que estão hospedados na cidade do Recife, onde a equipe disputará um amistoso contra a China nesta segunda-feira no estádio do Arruda. Além da musculação, Neymar e companhia realizaram exercícios aeróbicos na piscina. Contato com bola apenas no domingo, quando os brasileiros treinarão com portões abertos ao público.

Mas como todo jogador que se preze não vive sem uma bola, houve uma brincadeira com bolas de vôlei na piscina, o que gerou momentos de descontração entre os que se arriscaram. Neymar e Leandro Damião, que formaram a dupla titular no jogo contra a África do Sul, estavam entre os participantes.

Por conta da longa viagem na madrugada deste sábado, de São Paulo a Recife, e pelo desgaste na vitória por 1 a 0 sobre os sul-africanos, na última sexta-feira, no Morumbi, o técnico Mano Menezes optou por cancelar a atividade no Arruda, dedicando o sábado aos treinamentos físicos.

Após o treino, os jogadores brasileiros encontraram um clima animador na chegada ao hotel e tiveram o apoio de mais de 300 pessoas. Neymar foi o centro das atenções e ganhou vários presentes das fãs que o aguardavam.


CBF abrirá os portões para que os torcedores acompanhem os treinamentos

Tentando retribuir o carinho da torcida pernambucana, a CBF decidiu abrir os portões durante o treinamento que será realizado no às 17h, deste domingo, no Estádio do Arruda, para o público. De acordo com a entidade, os torcedores poderão acompanhar a movimentação, sem a necessidade de compras de ingresso.

Antes da partida, a CBF fará homenagens a dois ilustres pernambucanos. Vai entregar uma camisa do artilheiro Vavá “Peito de Aço” - que nasceu na cidade de Lagoa dos Gatos, no interior do estado - para o governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Quem também vai ser lembrado será o artista plástico Romero Brito.









Abel e Fernandão promovem confronto entre mestre e aprendiz


O confronto entre Inter e Fluminense neste domingo, às 16h (de Brasília), no Beira-Rio, será marcado por dois personagens que poderiam ser tratados como “mestre” e “aprendiz”. Se de um lado, o clube carioca terá o veterano Abel Braga no comando, os gaúchos serão comandados por Fernandão, que ainda está engatinhando na carreira como treinador.

Adversários no campo, amigos fora dele. Abel e Fernandão têm uma história conjunta de conquistas, e sempre há despejos de elogios mútuos.

- O duelo é entre Flu e Inter, mas do outro lado vai ter um grande amigo. No dia a dia encontro amigos que não trabalham há cinco anos. Ele queria, mas já falei que o jogador ídolo fica para trás. Agora, além de um grande amigo, passa a ser um colega de trabalho – comentou Abelão.

- Será mais um confronto direto contra uma equipe que faz campanha fora do normal, junto com o Atlético-MG. O Abel está há mais de ano no comando (do Fluminense), e sou fã dele – frisou Fernandão.

O ano de 2006 foi o mais marcante para o trabalho mútuo dos hoje colegas de profissão. Foi quando o Inter sagrou-se campeão da Libertadores pela primeira vez, coroando a temporada com o título mundial conquistando em cima do Barcelona. Abel era o treinador daquele time, e Fernandão, então capitão do Colorado, agia como o comandante dentro do gramado, recebendo orientações e as repassando aos demais.

- Ele era um treinador dentro de campo. Possui uma visão extraordinária do futebol, e não há dúvidas de que vai se destacar nesta nova função. Vai chegar longe. Isso era o que ele queria, mesmo no mundo atual do futebol, que está cada vez mais complicado para os treinadores. Nossa relação era só no olhar. Ele mudava o esquema para algo que tínhamos combinado só ao analisar a formação dos rivais. A sua leitura tática é impressionante, e por isso acredito em uma carreira vitoriosa – elogiou Abel.

Fernandão sabe que ainda há um longo caminho a ser percorrido na nova função.

- Estou me sentindo bem, ganhando experiência. Na condição, por ser novato, tento fazer melhor do que todos que assumissem o clube. A margem de erro é pequena. Daqui a pouco serão erros e resultados que qualquer um teria – declarou o técnico colorado.






A partida é tratada pelo Inter como uma decisão Com pretensões altas no Brasileirão, o clube gaúcho está totalmente mobilizado para domingo, quando Fernandão e Abel deixarão a amizade de lado por 90 minutos para brigarem pelo próprio futuro.




Para subir na tabela, Fabrício pede organização e fim de 'erros bestas'

Apesar do empate com o São Paulo ter sido considerado um bom resultado, já que jogou os últimos 22 minutos com um atleta a menos (D'Alessandro foi expulso), a partida religou os alertas do Inter. O time avalia que, para subir na tabela e lutar por uma vaga à Libertadores, é fundamental ter mais atenção e parar de sofrer gols bobos.

O diagnóstico veio de Fabrício. O lateral-esquerdo entende que os gaúchos estão desperdiçando pontos por conta de distrações durante as partidas. Nas contas do camisa 14, cinco pontos ficaram pelo caminho.

Entre eles, os do último jogo diante dos comandados de Ney Franco. Em vantagem no marcador, o Inter não impediu o Tricolor paulista de cobrar falta rápida com Osvaldo, e ainda estava com os jogadores mal posicionados, tanto na área, quanto fora. Fabrício conversava com o bandeira. Elton olhava para o outro lado. O São Paulo aproveitou e empatou com Maicon, que se aproveitou de Nei, que mirava a bola e não viu sua movimentação.

– Precisamos ter organização dentro de campo. Tomamos alguns gols bestas. Como contra o São Paulo, quando deixamos bater a falta rápida. Qualquer desatenção pode fazer o time desperdiçar pontos. Perdemos nos jogos bobos.

Fabrício lembrou ainda as partidas contra Coritiba e Portuguesa. Diante do clube paranaense, o único gol da partida surgiu aos 11 minutos da segunda etapa. Lincoln recebeu na área e arriscou. Muriel defendeu. No rebote, Bolívar tentou afastar, mas chutou em cima de Rafinha e a bola entrou no gol gaúcho.

Diante da Lusa, novo descuido. À frente do placar até os 36 minutos do segundo tempo, o Inter sofreu o gol após um erro de marcação. O ex-colorado Marcelo Cordeiro cobrou falta para Diego Viana, mas foi derrubado por Índio. O árbitro Nielson Nogueira Dias assinalou a penalidade, que o próprio Cordeiro bateu e marcou. Fabrício pede que o time não descuide para se aproximar dos líderes da competição:

– A gente se posicionou errado contra o Coritiba, ocorreu uma desatenção. Contra a Portuguesa, teve problema na pequena área. Teve o pênalti, mas contra a gente é sempre marcado. São esses detalhes que fazem a diferença.

Caso tivesse os cinco pontos perdidos por erros primários nas contas de Fabrício, o Inter estaria na quarta colocação do Brasileirão, dentro da zona da Libertadores e sete pontos atrás do líder Fluminense. Atualmente, a equipe de Fernandão ocupa o sexto lugar, com 35 pontos.

Fernandão confirma Dátolo e Cassiano contra o Fluminense

Repleto de desfalques, o time do Inter terá novidades para a partida contra o Fluminense, às 16h deste domingo, no Beira-Rio, pela 23ª rodada do Brasileirão. Sem D’Alessandro, suspenso, e Rafael Moura, lesionado, Fernandão encaminhou o time na manhã deste sábado com Dátolo no meio e Cassiano no ataque. O zagueiro Bolívar mais uma vez fica fora da lista de relacionados.

Será a primeira partida que Dátolo iniciará como titular, depois de recuperado da cirurgia no púbis. Já com ritmo de jogo, deve estar apto para atuar os 90 minutos.

O Inter estará em campo contra o Flu com: Muriel; Nei, Rodrigo Moledo, Índio e Fabrício; Elton, Josimar, Fred e Dátolo; Dagoberto e Cassiano. Titular contra o São Paulo, Lucas Lima iniciará no banco.

Além de He-Man e D’Ale, Fernandão também não poderá contar com Leandro Damião, Guiñazu e Diego Forlán, convocados, e Ygor, Juan e Kleber, lesionados.

- Temos oito desfalques, mas temos elenco para substituir quem está fora. O Fluminense é o líder. Temos que ir focados para conseguir os três pontos para se aproximarmos do G-4. Temos que fazer prevalecer o mando de campo – projetou Fabrício.

Inter e Fluminense fazem uma partida considerada de “seis pontos”. Na sexta colocação, com 35 pontos, o time gaúcho necessita da vitória diante do líder, com 47, para seguir sonhando alto no Brasileirão.

Relacionados para a partida

Goleiros: Muriel e Renan;
Zagueiros: Índio, Rodrigo Moledo e Jackson;
Laterais: Nei, Fabrício e Zé Mário;
Volantes: Elton, Josimar e Bolatti;
Meias: Dátolo, Fred, João Paulo e Lucas Lima;
Atacantes: Dagoberto, Cassiano, Mike e Marcos Aurélio.

Fora por três semanas, Rafael Moura pode perder até quatro jogos do Inter

Ao se machucar no empate com o São Paulo, Rafael Moura conheceu neste sábado o tempo de parada necessário para tratar o problema muscular na coxa direita: três semanas, o que o deixará ausente de até quatro partidas no Brasileirão. O centroavante, que começou o tratamento no Beira-Rio, perderá os confrontos com Botafogo (F), Sport (C), Bahia (C) e Cruzeiro (F).

Este é o 15º problema médico deste tipo em 2012 – outros dois jogadores, Nei e Dátolo, foram baixas por dores musculares embora não tenham dito lesões. A baixa de Rafael Moura o tira do time no momento em que substituía Leandro Damião, que está à serviço da Seleção. Chance, então, para Cassiano enfrentar o Fluminense, domingo, no Beira-Rio.

Apresentado no dia 13 de agosto, contratado do Fluminense, Rafael Moura estreou contra o Corinthians três dias depois. Desde então, participou de cinco jogos e ainda não marcou gol.

O time provável do Inter: Muriel; Nei, Rodrigo Moledo, Índio e Fabrício; Josimar, Elton, Fred e Dátolo; Dagoberto e Cassiano.

Após risadas no aquecimento, Flu reforça treinamento de bolas paradas

Após um aquecimento mais do que descontraído no qual o grupo fez uma roda de ciranda com Fred, o técnico Abel Braga tratou de reforçar neste sábado o que vem sendo a principal arma do Fluminense neste Campeonato Brasileiro: as jogadas de bola parada. Jean e Wagner se revezavam nas cobranças que procuravam os zagueiros Gum e Leandro Euzébio além de Thiago Neves. Como de praxe, o comandante tricolor proibiu cinegrafistas e fotógrafos de registrarem a atividade.


Em seguida, o treino ganhou um tom mais leve com o rachão. Fred mostrou que as dores fazem parte do passado e deixou a sua marca em chutes de longe e também de cabeça, empolgando os mais de cem torcedores presentes nas Laranjeiras.

Após o treinamento, o grupo vai almoçar e, em seguida, partir para o Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, onde embarcará para Porto Alegre. O desembarque está previsto para 17h (de Brasília). O time não tem novidades e vai entrar em campo com: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean, Wagner e Thiago Neves; Wellington Nem e Fred.

Após a vitória sobre o Santos na última quinta-feira que colocou o time na liderança do Brasileiro com 47 pontos, o Fluminense volta a entrar em campo no próximo domingo para enfrentar o Internacional, às 16h (de Brasília), no Beira-Rio, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Meu Jogo Inesquecível: Fla x Grêmio 'matou o papai' do Sorriso Maroto


No dia 22 de maio de 1997, uma quinta-feira, o cantor Bruno Cardoso chorou a perda de um título, mas ganhou um Sorriso. Assim mesmo, com a letra “s” maiúscula. Quem repete os refrões da música-chiclete “Assim você mata o papai”, tema dos personagens Leleco (Marcos Caruso) e Tessália (Débora Nascimento) na novela "Avenida Brasil", nem imagina, mas tem que agradecer à final da Copa do Brasil entre Flamengo e Grêmio há 15 anos. Explica-se. Até aquele dia, Bruno e Fred, dois dos criadores do grupo, estavam brigados e só fizeram as pazes pelo amor ao Rubro-Negro. Três meses depois, os dois uniram-se a Cris (pandeiro), Vinícius (teclado) e Sérgio (violão) para formar o grupo de pagode Sorriso Maroto.

- É claro que o gol do Pet contra o Vasco (na final do Carioca, em 2001) foi marcante, mas um jogo que não sai da minha memória é aquele da final da Copa do Brasil contra o Grêmio. Acabou 2 a 2, e o Flamengo perdeu o título no Maracanã. Matou o papai. Por outro lado, esse jogo teve um fato curioso que está ligado à história do Sorriso Maroto. Naquela época, eu não falava com o Fred. Estávamos brigados. No entanto, queríamos ir ao jogo, mas não tínhamos companhia. O fanatismo falou mais alto e pensei: "Vou lá falar com esse moleque para irmos ao jogo!". Tive de descer do salto. Como nós conhecíamos pessoas ligadas às torcidas, arrumamos ingresso. Perdi o troféu, mas voltei a ter um grande amigo. Poucos meses depois, em setembro, o grupo se formou – explicou Bruno.

O cantor e Fred, atual percussionista do Sorriso, eram dois dos 95.125 pagantes que assistiram ao duelo no Maracanã. Dois dias antes, o Flamengo arrancou um empate por 0 a 0 no Olímpico. Voltou ao Rio envolto na bolha de otimismo da iminência de um título nacional. O grande trunfo era a dupla de ataque formada por Sávio e Romário. Os dois mal se cumprimentavam fora dos campos, mas o estilo de jogo deles casava e funcionava.

Mas a minoria gaúcha festejou primeiro. Aos seis minutos, João Antônio recebeu de Carlos Miguel, driblou Fabiano entre as pernas e chutou no canto esquerdo de Zé Carlos. A virada no placar tornou-se necessidade, e a aflição de Bruno nas arquibancadas aumentou quando Sávio saiu machucado. Porém, o substituto Lúcio precisou de dois toques na bola para empatar, aos 30. Ele dominou dentro da área e bateu cruzado com a perna esquerda: 1 a 1.

Romário apareceu com precisão aos 41. Ele cabeceou no travessão e aproveitou o rebote de peixinho para colocar o Flamengo à frente e celebrar ao hit das arquibancadas na época: “Ah, eu tô maluco.”


O Baixinho deixou o Flamengo pela porta dos fundos no fim de 1999, com 204 gols e apenas três títulos – Estaduais de 1996 e 1999 e Copa Mercosul de 1999. Bruno critica a cobrança excessiva sobre um jogador e compara à própria performance nos palcos:

- Não adianta querer justificar o que o cara recebe de salário no desempenho dele. Ele não é uma máquina. Eu convivo um pouco com isso. Tenho rinite, problema nas costas... Mas as pessoas tratam você como mercadoria. Acham que você tem que estar feliz sempre. Esquecem que existe uma pessoa ali. O Love foi chutado do Palmeiras de uma forma absurda. O Roberto Carlos, do Corinthians. Como pode chegar a esse ponto?

O Grêmio assegurou o título e o silêncio da maioria do Maracanã aos 34 minutos do segundo tempo. Roger cruzou da esquerda, a bola desviou na zaga e sobrou para Carlos Miguel empatar e garantir a taça da Copa do Brasil no critério gol fora de casa. Frustração para Bruno. Mas pelo menos poupou a voz do cantor da rouquidão nos ensaios seguintes.

- O gol matou o papai de tristeza. A situação foi triste pelo título que o Flamengo deixou escapar. Aliás, o Flamengo é rei de fazer essas coisas. Tenho medo quando está nas decisões. Ele sai do eixo em jogos que não pode, principalmente em mata-mata. Falta experiência nesses jogos. Quando tem que matar o jogo, o Flamengo sucumbe. Minha maior tristeza foi essa. Depois teve o Santo André, o América do México... – afirmou o vocalista do Sorriso.

Sucesso nos palcos

Quinze anos depois do título perdido, Bruno celebra o sucesso profissional. Recentemente, o Sorriso Maroto lançou o DVD gravado na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, festejando os 15 anos da banda, e comemora as músicas estouradas nas rádios. Além de “Assim você mata o papai”, o hit “Se eu te pego, te envergo” alçou o grupo a outro patamar no mercado.

O repertório predominantemente romântico ganhou uma pegada mais dançante. O resultado apareceu. Cachê turbinado e exposição muito superior na mídia. Nesta semana, o grupo se uniu a Michel Teló no clipe da música “É noís fazê parapapá”.

- O Sorriso Maroto era conhecido como “o grupo de pagode romântico”, “o mais romântico do Brasil”. Mas não era só isso que queríamos. Somos jovens, temos outras ideias e podemos, além do romântico, entrar em outra área. E assim foi feito com “Assim você mata o papai” e “Se eu te pego te envergo”. É uma fase incrível do grupo. Se antes eu atingia 50 mil, hoje atinjo um milhão – disse Bruno, de 31 anos.

Crítico com o clube que ama e acompanha de perto mesmo na pesada rotina de 25 shows por mês, Bruno sugere que, assim como o Sorriso, o Flamengo se reinvente. Ele admitiu que nunca teve motivação para escrever uma música em homenagem ao Rubro-Negro. Quando questionado se havia um verso do repertório do Sorriso que resumia a ligação com o clube, recorreu à música “Em suas mãos”.

- “Amor é pra sentir, não pra entender”. O Flamengo é puro coração. Ele tem resultados, mesmo fazendo tudo errado fora de campo. Como pode o clube não conseguir explorar bem o marketing? Tem muita gente amadora lá dentro. O clube não tem estimulado seus torcedores a ir ao estádio. Não tem dado o orgulho de bater no peito e provocar os rivais. Se eu tivesse nascido uma década antes, veria o Flamengo dos sonhos. Talvez assim eu faria um caminhão de músicas. Tenho vontade de fazer, mas nunca fiz, pois o clube não tem dado motivo para eu mostrar essa paixão. Não temos mais ídolos fabricados em casa, como o Santos fez Robinho e Neymar recentemente – lamentou.

Flu desembarca e vê Sobis levando fãs histéricas às lágrimas de novo

Virou regra. Toda vez que Rafael Sobis desembarca em Porto Alegre, uma legião de meninas apaixonadas mais por seu estilo do que pelo seu futebol o aguardam no aeroporto. Foi assim no começo do ano quando o Fluminense foi para Porto Alegre enfrentar o Internacional pela Libertadores. Choro, gritos histéricos, fotos e autógrafos. No início da noite deste sábado, a cena se repetiu com as mesmas protagonistas. Um grupo de amigas, todas torcedoras do Colorado, fizeram um escarcéu e se penduraram no pescoço do atacante o deixando visivelmente sem graça.


Passado o choque, as meninas voltaram a pedir o retorno de Sobis ao Internacional. Uma delas chegou a entregar duas camisas do próximo rival do Fluminense para que o atacante assinasse. Simpático e atencioso, Sobis atendeu aos pedidos e correu para o ônibus que levou a delegação tricolor ao hotel onde o time está concentrado.

Mais calma, a estudante Gabriela Mello de 17 anos, que veio com as amigas Roberta Silvana e Rafaela Gonçalves, enxugou as lágrimas e disse que sente muita saudade da época em que podia ver o ídolo todos os dias.

- Ele é lindo, e meu amor será eterno. Tenho muita saudade e não consigo parar de tremer. Torço pelo Internacional, mas quero sempre ver a sua felicidade - afirmou.

Edinho, que também passou pelo Inter, Diguinho e Fred foram os outros mais assediados. Abel Braga também ouviu palavras de incentivo e retribuiu o carinho. A delegação tricolor agora descansa no hotel. O time volta a entrar em campo no domingo, às 16h (de Brasília), no Beira-Rio, para enfrentar o Internacional.

Repetição e qualidade das peças: o segredo da defesa menos vazada

O Fluminense sofreu apenas 15 gols no campeonato, o que o coloca como dono da defesa menos vazada do Brasileiro até esta 22ª rodada. Mas mesmo com os números mais do que favoráveis, ainda são ouvidas algumas críticas. Contra o Santos, foi a vez de Digão sofrer após falhar no gol de André, durante a vitória tricolor por 3 a 1. Apesar disso, mais uma vez o técnico Abel Braga exaltou a qualidade dos seus jogadores.

Segundo o treinador, o fato de o time ter se adaptado a um sistema de jogo, que vem sendo repetido praticamente desde o segundo turno do Brasileiro do ano passado, ajudou os zagueiros a subir de produção.

- As críticas eram grandes. Foi uma época em que a defesa sofria muitos gols e essa diminuição tem relação com o momento do time todo no geral. Quando o Fluminense aumentou o valor do coletivo, as coisas melhoraram. Hoje, temos zagueiros que estão entre os melhores do país, e a prova disso são os números - afirmou.

Leandro Euzébio é um desses zagueiros. O jogador volta ao time após cumprir suspensão e compartilha do pensamento de Abel Braga. Segundo ele, o mérito é da equipe como um todo. O defensor fez questão de citar a dedicação dos demais jogadores na marcação, especialmente da dupla de volantes formada por Edinho e Jean.

- A defesa não é formada apenas pelos zagueiros. O Edinho, por exemplo, reencontrou seu futebol dos tempos do Internacional e está implacável na marcação. O Jean é outro que se dedica muito. Estão todos de parabéns - comemorou.

Diego Cavalieri também recebe muitos elogios

A vibração do comandante não foi somente para os defensores. Abel Braga fez questão de ressaltar o momento vivido hoje por Diego Cavalieri. Para o treinador, a simplicidade de seu goleiro faz com que ele esteja sempre cotado entre os melhores do Campeonato Brasileiro.

- O goleiro não pode enfeitar, e o Diego é de uma simplicidade extraordinária. Você não vê ele sendo espalhafatoso ou pulando de maneira errada. Em situações complicadas, ele costuma dar a resposta. É claro que o momento da zaga ajuda, mas o Diego vive um momento especial - finalizou.

Após chegar a 47 pontos e assumir a liderança do Brasileiro, o Fluminense volta a entrar em campo neste domingo para enfrentar o Internacional. A partida acontece no Beira-Rio, às 16h (de Brasília), pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Euzébio sonha com novo gol sobre o Inter para homenagear mãe e avó

Fluminense e Internacional farão na tarde deste domingo o quarto confronto somente nesta temporada. No principal deles, que definiu a classificação tricolor para as quartas de final da Libertadores, um dos gols da vitória por 2 a 1 no Engenhão foi marcado por Leandro Euzébio. Foi o de empate em uma partida marcada pela tensão do início ao fim - o Inter havia aberto o placar com Leandro Damião e, depois, Fred selou o triunfo de virada do Tricolor.


O jogo e principalmente o gol ainda estão fresquinhos na memória do camisa 4 do Fluminense. De volta ao time após cumprir suspensão automática diante do Santos, Leandro Euzébio sonha deixar novamente sua marca diante do rival. Além de ajudar o Fluminense a manter a liderança do Brasileiro, um novo gol seria uma homenagem dupla a duas pessoas muito queridas: a mãe, Vilma, e a avó Otilia.

A primeira fez aniversário no sábado. Já a segunda vai completar 105 anos na próxima terça-feira. O zagueiro espera poder dedicar a vitória para as duas.

- Preciso fazer esse gol para elas. São pessoas importantes na minha vida. Na Libertadores tive a felicidade de marcar em uma jogada muito forte do Fluminense que é a bola parada. Vou tentar novamente em todas as faltas que tivermos lá na frente - disse.

Calejado já pelos confrontos anteriores contra o Internacional, Leandro Euzébio sabe bem as dificuldades que irá encontrar no Beira-Rio. Para o zagueiro, o estilo brigador do rival é um fator que pode gerar dificuldade para o Fluminense.

- Será nosso quarto jogo neste ano contra o Inter. É um time formado por grandes jogadores e esperamos sim muitas dificuldades. Será um jogo truncado em função da característica deles - finalizou.

Após a vitória sobre o Santos na última quinta-feira que colocou o time na liderança do Brasileiro com 47 pontos, o Fluminense enfrenta o Internacional, na tarde deste domingo, às 16h (de Brasília), no Beira-Rio, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Fluminense tem o velho conhecido Inter na primeira missão como líder

O Fluminense terá neste domingo uma missão inédita no Campeonato Brasileiro: defender a liderança. E a primeira batalha será diante de um velho conhecido na temporada: o Inter. O confronto no Beira-Rio, às 16h (de Brasília), será o quarto entre as equipes nos últimos quatro meses e meio. Nos outros três - dois pela Libertadores e um pelo primeiro turno do Brasileirão - houve pequena vantagem tricolor, com uma vitória e dois empates.

O Inter busca a segunda vitória seguida no Beira-Rio, após a goleada por 4 a 1 sobre o Flamengo. E tenta se aproximar do G-4. Após o empate com o São Paulo, manteve a distância de quatro pontos para o quarto colocado Vasco. O técnico Fernandão ainda convive com a rotina de desfalques e, sem D’Alessandro, Leandro Damião e Diego Forlán, aposta em Dagoberto no ataque ao lado de Cassiano.

Se o Inter perde jogadores, o Fluminense comemora o retorno de Fred, recuperado de um edema ósseo na bacia. O zagueiro Leandro Euzébio, que cumpriu suspensão automática, também está de volta.


AS ESCALAÇÕES:


Internacional: as principais mudanças estão no setor de criação. A dupla de armadores será composta por Fred e Dátolo, que substituem Lucas Lima e D’Alessandro. No ataque, Cassiano, que entrou no intervalo diante do São Paulo, recebe uma oportunidade para atuar ao lado de Dagoberto. A formação terá: Muriel, Nei, Rodrigo Moledo, Índio e Fabrício; Josimar, Elton, Fred e Dátolo; Dagoberto e Cassiano.

Fluminense: a tendência é que Abel Braga praticamente repita a escalação que derrotou o Santos por 3 a 1 na última quinta-feira. Devem ser apenas duas alterações. Na zaga, Leandro Euzébio, que cumpriu suspensão na rodada passada, volta no lugar de Digão. No ataque, a novidade será o atacante Fred, recuperado de lesão. Assim, o Tricolor irá a campo com: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean, Wagner e Thiago Neves; Wellington Nem e Fred.


QUEM ESTÁ FORA: 


Internacional: como de hábito, há uma legião de desfalques. Leandro Damião, Diego Forlán e Guiñazu seguem representando as seleções de Brasil, Uruguai e Argentina, respectivamente. Expulso contra o Tricolor do Morumbi, D’Alessandro cumpre suspensão. Kleber, Juan, Ygor e Rafael Moura estão lesionados.

Fluminense: o time não poderá contar novamente com Deco, Anderson e Marcos Junior, que se recuperam de problemas musculares. Já Valencia foi convocado para a seleção da Colômbia.


PENDURADOS:


Internacional: Fabrício.

Fluminense: Anderson, Bruno, Digão e Fred.


O ÁRBITRO:


FIQUE DE OLHO:


Internacional: mesmo que Kleber recupere a posição quando retornar de lesão, Fabrício é um dos destaques da equipe no Brasileirão. O lateral-esquerdo tem demonstrado sua qualidade no apoio e é uma das armas ofensivas da equipe. Dos passes do camisa 14 já nasceram seis gols durante a competição.

Fluminense: recuperado de um edema ósseo na bacia que o tirou das duas últimas rodadas, o atacante Fred volta ao time titular com fome de gol. Atualmente, o camisa 9 ocupa o posto de artilheiro do Brasileirão, ao lado de Luís Fabiano (São Paulo) e Vagner Love (Flamengo) com 10 gols marcados.


O QUE ELES DISSERAM:


Fabrício, lateral do Internacional: “Temos oito desfalques, mas temos elenco para substituir quem está fora. O Fluminense é o líder e precisamos ir bem focados para conseguirmos os três pontos e nos aproximarmos do G4. Temos que fazer prevalecer o mando de campo. Eles estão entrosados. Está dando tudo certo para eles. Espero que aqui dê tudo errado”

Abel Braga, técnico do Fluminense: "Não tem jogo fácil ou simples. Vai ser complicado enfrentar o Inter, uma equipe diferenciada no estilo de jogo como o Grêmio. É um futebol de técnica e muita agressividade. Temos que igualar esses quesitos e procurar não deixar o adversário jogar"


NÚMEROS E CURIOSIDADES:


Quem tem vantagem? Confira o histórico do confronto na Futpédia.

O Internacional não derrota o Fluminense desde o primeiro turno do Campeonato Brasileiro de 2009, no dia 15 de julho, quando venceu por 4 a 2 no Beira-Rio, com gols de Sorondo, Andrezinho e Taison (dois), descontando Ruy e Conca para o Flu. Nas últimas oito partidas entre as duas equipes (seis pelo Brasileiro e duas pela Libertadores), o Tricolor venceu quatro vezes e houve quatro empates.

A média de gols das partidas entre Fluminense e Internacional pelo Campeonato Brasileiro é de 2,4 por jogo. Foram marcados 110 gols em 45 confrontos. Seis jogos terminaram sem gols, em 1971, 2004 e 2010 no Beira-Rio, em 1972 no Maracanã, 1989 nas Laranjeiras e 2012 no Engenhão.

As maiores goleadas deste confronto em Campeonatos Brasileiros foram pelo placar de 4 a 1. Em 1997, o Inter venceu o Fluminense por 4 a 1, em Porto Alegre, com gols de Sandro, Christian, Mabília e Sílvio, descontando Paulo Roberto. Em 2007, foi a vez de o Flu devolver a goleada no Beira-Rio, com gols de Thiago Silva, Thiago Neves (dois) e Alex Dias, marcando Mineiro para a equipe gaúcha.

A última partida entre Fluminense e Internacional acabou empatada em 0 a 0 pela 4ª rodada do primeiro turno do Brasileirão 2012. Na ocasião, o Colorado ainda estava sob comando do técnico Dorival Júnior. O jogo aconteceu no Engenhão e teve público de apenas 5.728 espectadores.


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Adriano treina em dois períodos. Fla evita dar prazo para estreia


Começou a corrida contra o tempo. Apresentado nesta quarta-feira como novo camisa 10 do Flamengo, Adriano precisa se esforçar para estar em campo o mais rápido possível. A intenção do atacante é ficar pronto e à disposição do técnico Dorival Júnior em um mês, no fim de setembro. O primeiro dia do retorno do Imperador foi de treino em dois períodos no Ninho do Urubu. Num primeiro momento, segundo o fisiologista Claudio Pavanelli, serão feitos exercícios de fortalecimento muscular e cardiovasculares.

- Nosso objetivo é fazer um trabalho de segurança, de prevenção da musculatura, deixá-la mais ativa, proteger a articulação e o próprio músculo. Ele está há um bom tempo parado. Se contarmos o tempo do Corinthians, é quase um ano. Não podemos nos precipitar. Montamos um programação que acompanha os horários do grupo. E também sessões em dois períodos. Essa semana ele vai treinar como atleta normal. Não serão dois períodos todos os dias, mas quase sempre em dois períodos – explicou Pavanelli.

Há pouco mais de um mês, em 19 de julho, Adriano decidiu seguir a recuperação por conta própria e parou de ir ao CT. Sentia-se vigiado pela imprensa, que noticiava as faltas. Naquele momento, já realizava alguns exercícios leves com bola. Agora, o ritmo de trabalho será de pré-temporada.

- Começamos os treinamentos e avalições de aptidão física. Hoje (quarta) ele fez fortalecimento, avaliação cardiovascular, equilíbrio muscular, força. É um trabalho normal, como se fosse uma pré-temporada. A nossa preocupação maior é ver quanto ele deixou de evoluir depois que interrompeu os treinos no clube. Foi uma lacuna de praticamente um mês nessa ida e vinda. Agora vamos dar continuidade ao trabalho.

Durante a apresentação, o Imperador falou sobre a possibilidade de estrear em 26 de setembro, contra o Atlético-MG, em Volta Redonda, em jogo adiado da 14ª rodada do Brasileirão. De acordo com Pavanelli, no entanto, ainda não há como precisar uma data.

- A gente não tem tempo. Claro que todo mundo quer vê-lo o mais rápido possível jogando. Esse é objetivo de todo mundo, inclusive o dele. Ele quer estar pronto rápido. Nosso objetivo também é esse, só que temos uma preocupação de segurança, de saber se ele tem condições de executar todas as tarefas. As avaliações são gradativas. Os treinos vão evoluindo. Será feita uma rotina de avalições para adequar cada fase. Dizer algo agora sobre ir treinar no campo seria falar em números mágicos. Estaria jogando números e datas que provavelmente poderia até acertar, mas não é bem assim. Posso levá-lo amanhã para o campo para dar uma caminhada. A gente vai gradativamente evoluindo. O organismo vai pedindo, às vezes precisa de mais espaço para dar continuidade.

O grupo rubro-negro volta a treinar às 9h30m desta quinta-feira, no Ninho. Adriano ainda não tem previsão de atividades com os companheiros. Ele terá de fazer trabalhos na areia, por exemplo.